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| foto de Ludmila Barbosa |
E Domingo o que dói é ternura, é cântico empoeirado que sai para conceber diante do sol. Dia de dó, de sono e luz, é calmaria que rebenta de qualquer sopro advindo de um estado de liberdade. O que ecoa é instrumental, tem banda, tem moça com flor e riso contido. O velho que acena de sua casa é calmo, o colher é calmo. Domingo resta indício de espiritualidade, de oposições e canções ninadas ao colo acolhedor de mães bailarinas, médicas, cozinheiras, professoras...
Domingo é mãe. É luminária acesa no escuro.

4 comentários:
O único defeito do domingo é ser véspera de segunda.
Mas acontece que eu adoro segunda... hahaha, sou meio do contra mesmo!!!
Domingo tem cheiro de família, de lar, de paz... tbm amo! Beijos
hihi
Gracinha seu blog!
Segue o meu que sigo de volta :D
Beijos,
Karina Krusemark
http://bytheglamorous.blogspot.com/
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