3 de julho de 2011

Domingo


foto de Ludmila Barbosa
 E Domingo o que dói é ternura, é cântico empoeirado que sai para conceber diante do sol. Dia de dó, de sono e luz, é calmaria que rebenta de qualquer sopro advindo de um estado de liberdade. O que ecoa é instrumental, tem banda, tem moça com flor e riso contido. O velho que acena de sua casa é calmo, o colher é calmo. Domingo resta indício de espiritualidade, de oposições e canções ninadas ao colo acolhedor de mães bailarinas, médicas, cozinheiras, professoras...
Domingo é mãe. É luminária acesa no escuro.

4 comentários:

Sandro Ataliba disse...

O único defeito do domingo é ser véspera de segunda.

Ludmila Barbosa disse...

Mas acontece que eu adoro segunda... hahaha, sou meio do contra mesmo!!!

Thaís Alves disse...

Domingo tem cheiro de família, de lar, de paz... tbm amo! Beijos

Blog "By the Glamorous" disse...

hihi
Gracinha seu blog!
Segue o meu que sigo de volta :D
Beijos,

Karina Krusemark
http://bytheglamorous.blogspot.com/